Pela lente eu vejo...

sexta-feira, abril 04, 2003

Quer ver um prorma que lê a sua mente? Duvida?

Então clica AQUI
Da Série: Puta que Pariu e ainda dizem que viado é a lacraia

O que tá na praça é que o Bizarro(a) - sei lá como é que ele gosta - que está MIJANDO DE CÓCORAS (Ver post mais abaixo), anda chamando as mulheres de RAXA

Cumprimento do Bizarro: "E ae Raxa"

Quando não gosta da mulher (o que e bem freqüente): "Sai pra lá, Raxa" E ainda faz o sinal da cruz sobre a boca para espantar o mal agoro.

Daqui a pouco deve tá andando de saia e salto!

E as coisas só piorando.

terça-feira, abril 01, 2003

A pegadinha do juiz
O juiz entrou no tribunal com uma fúria incontrolável. Não quis saber de cumprimentar ninguém. Deu um monte de marteladas na mesa de jacarandá, mandou todo mundo sentar e perguntou:

Cadê aquele safado?

O guarda, assustado:

Quem, meritíssimo?

O réu, pô! Cadê?

O guarda, então, bateu os calcanhares e anunciou:

Que entre o réu!

Piolhinho veio escoltado por dez policiais. Tremia, chorava, balbuciava:

Clemência... clemência...

O defensor público, falando pelo canto da boca:

Calma, que eu vou te tirar dessa. Fica frio. Faz de conta que você é inocente...

O réu, transtornado:

Não consigo me controlar...

O promotor, também falando pelo canto da boca:

Vou arrancar o teu couro...

O réu, voltando a chorar:

Clemência... clemência...

O juiz, esfregando as mãos:

Bota ele sentado aqui.

O guarda, cutucando o réu com a ponta do cassetete:

Ouviu? Hein? Hein?

O réu, fugindo das cutucadas:

Ouvi... ouvi...

O juiz, para o promotor:

Doutor, leia a acusação.

O promotor:

Essse safado aí, excelência, mais conhecido como Piolhinho, é acusado de assaltar residências na Vila Vip.

O juiz, babando:

Promotor... o senhor pode ler para mim, por favor, a nova lei que foi aprovada hoje e já está em vigor desde as 8h?

Qual, excelência, aquela da cadeira elétrica?

Exatamente.

O promotor leu a nova lei, pausadamente. O réu caiu de joelhos e pediu, com um fio de voz:

Clemência! Clemência!

O juiz, olhando com nojo:

Agora, promotor, diga a ele quem mora numa das residências assaltadas...

O promotor:

O senhor.

O réu, aos berros:

Perdão, senhor! Com mil perdões! Eu não sabia!

O defensor público, tirando da reta, anunciou:

Aí, parceiro, sujou geral. O máximo que eu posso fazer é tentar conseguir uma almofada pra colocar na cadeira elétrica...

O réu, quase enfartando:

Perdão... perdão... perdão...

O juiz chamou o promotor e o defensor público num canto do tribunal. E os três juntos disseram ao réu numa só voz:

PRIMEIRO DE ABRIL

segunda-feira, março 31, 2003

Da série: Só dando pra ver se toma jeito

O que tá na praça, é que tem um dos bizarros que está mijando de CÓCORAS!